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November18News
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Written by Adalberto Teixeira. Posted in Noticias

 

Estados Unidos

 

Antes de Barack Obama tomar posse, surgiram dúvidas sobre se Michelle ficaria em Chicago, onde as filhas estavam a meio do ano escolar. Mas a 20 de janeiro de 2009 foi toda a família a mudar-se para a Casa Branca. Passados oito anos, Donald Trump parece ele próprio reticente em trocar os dourados da penthouse da Trump Tower, na seleta Quinta Avenida de Nova Iorque, onde vive desde 1983, pela residência oficial do presidente, em Washington. Mas deverá ser obrigado a fazê-lo. Desde a noite das eleições - e até 21 de janeiro, dia a seguir à tomada de posse do novo presidente - que as autoridades americanas estabeleceram uma zona de exclusão aérea sobre o centro de Manhattan, onde fica a Trump Tower. Aviões, helicópteros e drones estão proibidos de sobrevoar a zona abaixo dos 3000 pés e num raio de duas milhas em torno do edifício. Mas como presidente, Trump dificilmente poderá continuar a viver ali. "É uma grande preocupação ele não continuar ali, porque seria muito mais difícil protegê-lo", explicou fonte dos serviços secretos ao tabloide New York Post.

 

 

 

 

Com a vitória de Donald Trump na corrida à Casa Branca, a sua primeira ex-mulher sabe perfeitamente que cargo este lhe poderá oferecer assim que assumir a presidência dos Estados Unidos. "Vou sugerir ser embaixadora na República Checa", afirmou Ivana Trump ao jornal New York Post. Natural daquele país, quando ainda era a Checoslováquia, Ivana Trump, 67 anos, enumera os pontos fortes do seu currículo para comprovar ter as qualidades certas para exercer o cargo. "É de onde sou e a minha língua e toda a gente me conhece. Sou bastante conhecida em todo o mundo. Não apenas na América", começa. "Escrevi três livros, que foram traduzidos em 40 países para 25 línguas. Sou conhecida pelo nome, Ivana. Realmente não preciso do apelido Trump", acrescentou a antiga modelo e atriz, que foi casada com o presidente-eleito durante 15 anos, entre 1977 e 1992. O casal protagonizou um divórcio polémico, cujos termos do acordo foram mantidos em segredo. No entanto, surgiram informações de que Ivana teria conseguido uma fortuna de 25 milhões de dólares, além de uma mansão e de uma pensão anual de cinco milhões.

 

 

 

A candidata democrata à Presidência dos Estados Unidos Hillary Clinton tem mais de um milhão de votos que o presidente eleito, Donald Trump, que se impôs no sistema de Colégio Eleitoral e que qualificou hoje como "genial".  A contagem de boletins, que prossegue, já dá uma vantagem de mais de um milhão de votos a Hillary Clinton (61,964 milhões) em relação a Donald Trump (60,961 milhões).  Donald Trump conseguiu 290 dos 538 votos do Colégio Eleitoral, mesmo sem ter o maior número de votos a nível nacional.  O presidente eleito voltou hoje a utilizar o Twitter para recordar que o sistema de Colégio Eleitoral é "genial, porque faz com que todos os estados, incluindo os pequenos, façam parte do jogo".  "Se a eleição fosse baseada no total dos votos populares só teria feito campanha em Nova Iorque, Flórida e na Califórnia e teria ganho por uma maior margem e com mais facilidade", assegurou Donald Trump.  Mas, em 2012, depois da vitória eleitoral de Barack Obama, Donald Trump também afirmou no Twitter que o sistema de Colégio Eleitoral era um "desastre para a democracia".

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Cabo Verde

 

Rede de tráfico de emigrantes no Aeroporto da Praia sob investigação – Agentes de Fronteira visados”. As autoridades judiciárias cabo-verdianas, diz o semanário, estão no encalço de uma suposta rede de tráfico ilegal de pessoas para a União Europeia, em especial emigrantes da costa africana, instalada no Aeroporto Internacional Nelson Mandela, Praia. Alguns agentes da Polícia de Fronteira são suspeitos de participar neste esquema. O director da Polícia Nacional não descarta a hipótese de haver uma rede de tráfico ilegal de pessoas fora do país, com uma extensão em Cabo Verde. Emanuel Estaline avisa que a boa imagem da PN é o “ponto de honra” das autoridades nacionais, daí que vão tomar medidas lá onde houver “indícios de irregularidades” para derrubar qualquer tentativa de incluir a instituição na lista das mais corruptas de Cabo Verde.

 

 

 

Um recém-nascido foi abandonado na noite de ontem na varanda de uma residência na zona do Monte, São Vicente. A criança foi encontrada, ainda com sinais de sangue, por uma pessoa, que passava à frente da casa. Esta accionou o serviço de Piquete da Polícia Nacional, que recolheu o bebé e o levou de imediato para Pediatria do Hospital Baptista de Sousa.  O bebé, de sexo masculino, estava deitado sobre um cartão de papel e envolto em um lençol branco, dentro da varanda de uma residência na zona do Monte, em São Vicente. O Serviço de Piquete da PN foi accionado, recolheu o recém-nascido e levou-o de imediato para ser avaliado pelos serviços de Pediatria do Hospital Baptista de Sousa, até porque a noite estava um pouco fria.  Trata-se de um bebé saudável, totalmente formado, que aparentava estar em perfeitas condições física e de Saúde. Entretanto, tentamos ouvir a direcção do Hospital Baptista de Sousa, mas tal não foi possível porque, segundo fomos informados, “estavam a efectuar visitas médicas no hospital”.  Também não foi possível ouvir o responsável do serviço de Piquete da PN, Orlando Évora, que estava num encontro. Já o Instituto da Criança e do Adolescente (ICCA) quando questionada sobre esta situação prescindiu de prestar declarações porque "o responsável estava num encontro."

 

 

 

A Alfândega de São Vicente nega categoricamente que o despacho de pequenas encomendas com desembaraço simplificado esteja mais caro, conforme denúncia feita pelo Provedor do Mindelo, que dava conta que a entrega de qualquer tambor (bidon) enviado por emigrantes, antes sujeito a taxa mínima, estava sujeito ao pagamento de cinco mil escudos. O director Octávio Alves alega, entretanto, que hoje as pequenas encomendas são uma fonte de rendimento, pelo que é preciso mais rigor na verificação dos volumes. O director da Alfândega de São Vicente explica que, durante muitos anos, as pequenas encomendas não passavam de 30 kg e eram verdadeiras remessas enviadas aos familiares pelos emigrantes. “Com o decorrer dos anos, foi fixado o limite de 150 kg para cada encomenda, com o desembaraço aduaneiro simplificado, desde que esta não tenha carácter comercial e não excede o valor de 100 mil escudos, por cada remessa individual e por viagem”, explica Alves.  Mas, o que se constatou, é que as pequenas encomendas se transformaram em fonte de rendimento das famílias, pelo que nelas são misturadas outras mercadorias passíveis de direitos e demais imposições aduaneiras. É neste sentido que, segundo este responsável, se tem pedido aos funcionários aduaneiros, para terem maior rigor na verificação dos volumes, tendo em conta que proprietários de boutiques, mini-mercados, determinados operadores económicos e até chineses trazem mercadorias em bidons para comércio.  “Estão a trazer mercadorias para comércio, como pequenas encomendas, utilizando intermediários, como pessoas idosas e grávidas, para desembaraçá-los, com o objectivo de ludibriar os Verificadores Aduaneiros, fugindo assim ao pagamento dos direitos e demais imposições aduaneiras”, refere o director, para quem esta situação é recorrente, mas a Alfândega tem sindo implacável, no sentido de fazer com que estes paguem as imposições aduaneiras devidas.  Por outro lado, evita a concorrência desleal entre os comerciantes informais e os operadores económicos licenciados, que têm reclamado desta situação que, afirmam, prejudica a classe, pontua. “Não é verdade é nem faz sentido que a Alfândega cobre cinco mil escudos por cada bidon, pois não se atribui o valor aos volumes, mas sim ao conteúdo do mesmo”, reforça Octávio Alves

 

 

 

A transferência dos materiais de bombeiros e protecção civil, que se encontram armazenados em dois contentores em São Filipe, para a sede do Serviço Nacional de Protecção Civil e Bombeiros (SNPCB), na Cidade da Praia está a gerar polémica, um pouco por toda a ilha do Fogo. É que, Miguel Montrond, representante dos deslocados de Chã das Caldeiras junto Comissão Interministerial veio a público, acusando o SNPCB de “desovar os 5 contentores que estão com donativos que vieram da Angola para os deslocados de Chã”.  Entretanto, o comandante do SNPCB, Arlindo Lima, afirmou tratar-se de transferência dos equipamentos e materiais de bombeiros e protecção civil, parte oferecido por Angola e outra parte são os materiais que este serviço trouxe para a ilha do Fogo no início da erupção e que não foram utilizados, e não donativos para os deslocados, que, como explica, foram consumidos na sua totalidade.  Sabe-se que, que nem todos os equipamentos e materiais vão ser transferidos para a sede do SNPCB. Dos oito geradores oferecidos por Angola, dois vão permanecer na ilha para servir o Comando Regional de Protecção Civil (Fogo/Brava).  Além dos geradores, serão transferidos esta semana, para a Cidade da Praia os televisores, geradores de pequena dimensão, tendas, fardamentos para os bombeiros, colchões, mantas, depósitos de água e outros materiais utilizados nos quartéis de bombeiros para a realização de trabalho na área de protecção civil.

 

 

 

Um relatório intermediário de um estudo sobre oportunidades de negócios em Cabo Verde, realizado pelos Países Baixos e apresentado esta terça-feira, 15 de Novembro, na cidade da Praia, que identifica com áreas de investimentos os sectores da agricultura, pescas, transportes marítimos, segurança, energias renováveis e turismo. O estudo foi apresentado pela Embaixada dos Países Baixos (Holanda) em Cabo Verde, em colaboração com a Câmara de Comércio, Indústria e Serviços de Sotavento (CCISS), durante o workshop “Como incrementar o comércio e o investimento entre Cabo Verde e os Países Baixos?”  O presidente da CCISS, Jorge Lima, explicou que o workshop, realizado no quadro da missão dos Países Baixos ao nosso país, que decorre desde o dia 14 até o dia 19. Este teve como propósito principal a apresentação desse relatório intermédio do estudo sobre oportunidade de negócios em Cabo Verde nos vários sectores.

 

 

 

A IV Cimeira Cabo Verde-Canárias, co-presidida pelo Primeiro-Ministro Ulisses Correia e Silva e pelo Presidente do Governo de Canárias, Fernando Clavijo, terminou esta terça-feira, 15, com vários compromissos assumidos entre os dois governos. Através de um memorando de entendimento, Cabo Verde e Canárias comprometem-se em estabelecer uma Aliança Estratégica, com base no diálogo político para o desenvolvimento de projectos de interesse comum tendo em conta as semelhanças e potencialidades dos dois arquipélagos. A partir de agora a Cimeira passará a ser realizada anualmente. “Estes encontros serão realizados, alternadamente, em Cabo Verde e nas Ilhas Canárias, com uma periodicidade anual”, explica Ulisses Correia e Silva, reforçando que o próximo encontro realizar-se-á nas Canárias em Novembro de 2017. Foi institucionalizada a celebração anual do dia de Cabo Verde nas Canárias e o dia das Canárias em Cabo Verde, em colaboração com a Casa África. Quanto aos acordos, os dois países comprometeram-se a reforçar as áreas de intervenção com destaque para a vertente da Saúde, Educação, Formação e Investigação. O acesso dos estudantes cabo-verdianos as universidades das canárias, a retoma das bolsas de pós-graduação nas Universidades, Escolas de Negócio e Hotelaria das Canárias foram temas acordados no protocolo. O Primeiro-Ministro realçou a importância para Cabo Verde em desenvolver parcerias no domínio da medicina, por forma a dar resposta às doenças tropicais.

 

 

 

O número de turistas no 3º trimestre aumentou 6,6%, face ao período homólogo. As dormidas cresceram 5,2%. O Reino Unido foi o principal país de proveniência de turistas e permaneceram mais tempo em Cabo Verde, com uma estadia média de 10 noites. Boa Vista foi a ilha mais procurada, respondendo por 49,6% das dormidas nos estabelecimentos hoteleiros.  De Janeiro a Setembro deste ano, os estabelecimentos hoteleiros registaram 461.635 hóspedes e cerca de 3,0 milhões de dormidas, movimentos que se traduzem em acréscimos de 12,9% e 11,0%, respectivamente, em relação ao mesmo período do ano anterior. Só no terceiro trimestres, a hotelaria alojou mais de 138 mil hóspedes que originaram mais de 955 mil dormidas, correspondendo a acréscimos de 6,6% e 5,2%, respectivamente, face ao trimestre homólogo. Em termos absolutos, no terceiro trimestre de 2016 entraram nos estabelecimentos hoteleiros mais 8.585 turistas e, que originaram mais 47.058 dormidas do que no trimestre homólogo, diz o INE.