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Noticias de 5 de Agosto
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Noticias de 5 de Agosto

Written by Adalberto Teixeira. Posted in Noticias

 

Estados Unidos

 

Donald Trump tem um novo alvo. Ao "diabo" da Hillary Clinton, aos muçulmanos, aos mexicanos juntam-se agora os bebés chorões. O candidato republicano mostrou ontem mais esta faceta num comício em Virginia, quando mandou expulsar da sala um bebé que chorava e que o estava incomodar. Trump começou por interromper com um comentário que parecia simpático e bem humorado. "Não se preocupem com o bebé. Eu adoro bebés", disse. "Eu adoro bebés. Eu ouço esse bebé a chorar, eu gosto. Que bebé, que bebé bonito. Não se preocupem, não se preocupem. A mãe às voltas, não se preocupem. É novo e bonito e saudável e é isso que nós queremos", continuou. Só que o bebé continuava a chorar e Donald Trump mostrou que, afinal, nem gosta assim tanto de bebés. "Na verdade, eu estava a brincar. Pode tirar o bebé daqui", disse. "Está tudo bem, não se preocupem. Eu acho que ela acreditou em mim quando disse que gosto de ter um bebé a chorar enquanto estou a falar. Está tudo bem. As pessoas não percebem, está tudo bem", afirmou.

 

 

 

 

O Presidente Barack Obama, voltou a lançar esta terça-feira um feroz ataque ao candidato presidencial republicano, afirmando que Donald Trump está "terrivelmente mal preparado" para assumir a liderança dos Estados Unidos.  O chefe de Estado norte-americano apontou igualmente críticas aos líderes republicanos que apoiam a candidatura presidencial do multibilionário.

 

 

 

Uma mulher negra foi assassinada esta segunda-feira a tiro pela polícia de Baltimore, nos Estados Unidos, enquanto tinha o filho de cinco anos ao colo. As autoridades afirmaram que Korryn Gaines, de 23 anos, tinha uma arma apontada aos agentes e ameaçou disparar. Os agentes abriram fogo e Korryn respondeu, disparando duas vezes. A criança foi baleada durante a troca de tiros mas foi logo encaminhada para o hospital e não corre risco de vida. Korryn morreu no local. A polícia foi ao apartamento de Korryn segunda-feira de manhã com um mandado de prisão em nome dela e de um homem que também estava no apartamento. Os agentes bateram à porta mas ninguém respondeu. A jovem era acusada de não ter comparecido à sessão em tribunal em que iria responder por conduta desordeira, infrações ao trânsito e resistência à prisão. O homem, que tentou fugir do apartamento mas foi preso pela polícia no local, era acusado de assalto. Os polícias abriram a porta do apartamento, usando uma chave cedida pelo senhorio, e encontraram Korryn Gaines sentada no chão com uma arma apontada aos agentes, segundo o chefe da polícia James Johnson. Os agentes recuaram e durante várias horas tentaram negociar com a jovem, até que ela disse: "Se vocês não se forem embora, eu vou matar-vos". Um dos agentes então disparou. "Nós disparamos uma vez. Em resposta ela disparou várias vezes contra nós", explicou o chefe da polícia numa conferência de imprensa, segundo a CNN. "Nós disparámos mais uma vez", continuou. Durante o impasse, enquanto os agentes da polícia estavam à porta do apartamento, Korryn Gaines gravou vídeos e publicou-os no Instagram.

 

Num dos vídeos, Korryn pergunta ao filho de cinco anos quem está lá fora e a criança responde a "polícia". Ela pergunta depois "o que é que eles estão a tentar fazer?" O filho responde "estão a tentar matar-nos".  A jovem pergunta depois se o filho quer ir para fora e a criança responde que prefere ficar com ela. Na descrição do vídeo, Korryn escreveu "o meu filho não é um refém. Ele quer ficar em casa com a mãe dele".  Este caso já está a incendiar as redes sociais, com várias pessoas a criticarem a ação da polícia. Korryn morreu em Baltimore, cidade que foi palco de muitos protestos após a morte de Freddie Gray, um homem negro de 25 anos, sob custódia da polícia, em 2015.

 

 

 

Pelo menos cinco pessoas morreram e várias ficaram feridas terça-feira, na Califórnia, Estados Unidos, depois de um autocarro ter colidido com um poste de uma placa de trânsito na autoestrada, que quase cortou o veículo ao meio. Seis dos passageiros tiveram de ser transportados para o hospital de helicóptero - cinco dos quais estão gravemente feridos. Outras 15 pessoas foram transportadas para o hospital em ambulâncias. O autocarro partira do México para o estado norte-americano de Washington e levava pelo menos 30 passageiros, segundo a estação KCRA. O acidente aconteceu de madrugada, na autoestrada 99, perto da cidade de Livingston. A autoestrada esteve encerrada durante 11 horas, enquanto as equipas de resgate prestavam auxílio às vítimas. O autocarro foi contra um poste de uma placa de trânsito que indicava uma das saídas da autoestrada, tendo sido perfurado do lado direito, segundo as autoridades.

 

 

 

Os Estados Unidos alugaram um avião até ao Irão, com "euros, francos suíços e outras moedas, no valor de 400 milhões de dólares". A viagem aconteceu em janeiro, na mesma altura em que Teerão libertava quatro americanos que estavam detidos no país, escreveu ontem o diário The Wall Street Journal. A Casa Branca negou que o pagamento efetuado em dinheiro ao Irão foi para "o resgate" de quatro cidadãos americanos. "Não foi resgate. Pagar por um resgate em troca da libertação de reféns vai contra a política dos Estados Unidos", disse o porta-voz da Casa Branca, Josh Earnest, numa conferência de imprensa. O porta-voz adjunto do Departamento do Estado, Mark Toner, adiantou que o "dinheiro pertencia ao Irão" antes da revolução islâmica, em 1979, e que estava no poder dos Estados Unidos por uma compra militar interrompida devido à queda do regime monárquico de Mohammad Reza Pahlevi. Relativamente ao pagamento ter sido feito em dinheiro, Tonner explicou que o Irão se encontra "relativamente distante do sistema financeiro internacional", tendo sido um entrave no pagamento da compra militar. Apesar do pagamento ao Irão já ser conhecido desde janeiro, Trump usou este episódio para "atacar o seu rival democrata na eleição de novembro, Hillary Clinton", diz a agência EFE.

 

 

 

As autoridades norte-americanas anunciaram a prisão de mais de 40 pessoas numa operação contra a máfia em cinco estados do país. Todos os detidos estão relacionados com um mesmo grupo criminoso composto por quatro das cinco grandes famílias da 'Cosa Nostra' nova-iorquina - Gambino, Genovese, Luchese e Bonanno- e pelos seus parceiros de Filadélfia, segundo uma acusação tornada pública pela Procuradoria federal em Nova Iorque. Entre outros delitos, a organização com sede na costa leste dos Estados Unidos é acusada de extorsão, fraude, tráfico de armas, contrabando de cigarros e apostas ilegais.  Vários dos detidos estão acusados também por crimes violentos e as autoridades destacam o "clima de medo" imposto pelos alegados mafiosos nas suas comunidades, através do assédio e ameaças. As detenções foram levadas a cabo nos estados de Nova Iorque, Nova Jersey, Connecticut, Massachusetts e Florida e incluem várias hierarquias, incluindo chefes da organização criminosa. O processo aberto em Nova Iorque inclui 46 nomes, dos quais 39 foram detidos hoje, enquanto outros já estavam sob custódia e três ainda não foram capturados. Os acusados, com idades entre 24 e 72 anos, enfrentam penas máximas de 20 anos de prisão. Além do caso tornado público em Nova Iorque, o estado de Massachussetts acusa cinco alegados membros da família Genovese de vários crimes de extorsão.

 

 

 

O vice-presidente norte-americano casou, na segunda-feira, dois funcionários da Casa Branca, Brian Mosteller e Joe Mahshie. Joe Biden partilhou no Twitter uma imagem da cerimónia, a primeira a que presidiu. "Orgulhoso de casar o Brian e o Joe na minha casa. Não podia estar mais feliz, dois funcionários de há muito tempo da Casa Branca, dois rapazes fantásticos", escreveu.  De acordo com a CNN, Joe Biden tirou uma licença temporária para poder presidir à cerimónia, à qual assistiram apenas familiares dos noivos. Brian Mosteller é diretor de operações da Sala Oval da casa Branca e Joe Mahshie é coordenador de viagens da primeira-dama, Michelle Obama. O casamento decorreu na sala do Observatório Naval dos Estados Unidos, situado em Washington, residência oficial do vice-presidente.

 

 

 

A filha mais nova do presidente dos Estados Unidos arranjou um trabalho de verão. Sasha Obama, de 15 anos, está a trabalhar como empregada num restaurante em Martha's Vineyard, Massachusetts, um popular local de férias. A fotografia da jovem com a farda do restaurante, chapéu incluído, fez mesmo capa no jornal Boston Herald. Lá se foi assim a tentativa de passar despercebida que a tinha feito pedir que a tratassem pelo nome completo, Natasha. A presença de vários agentes dos serviços secretos para proteger a "primeira-filha" também não ajudou. Segundo o jornal Boston Herald, Sasha está a tempo parcial e termina às 11.30, meia hora antes de o restaurante abrir para o almoço. A jovem está a trabalhar num restaurante onde os pais costumam passar nas férias, o Nancy's. Barack e Michelle Obama e as duas filhas vivem há oito anos na Casa Branca, mas o casal tem-se esforçado por dar uma vida com um ar de normalidade às duas filhas, que chegaram a Washington com sete e dez anos. O pai de Sasha, que ontem fez 55 anos, escreveu um ensaio sobre como educar duas filhas lhe deu a consciência da pressão a que estão submetidas as raparigas e mulheres, assumindo-se como feminista e defendendo a continuação dos esforços para derrubar os preconceitos de género. Este 55º aniversário será celebrado esta sexta-feira, com uma grande festa na Casa Branca que terá convidados ilustres como Beyoncé, Jay Z, Usher, Kendrick Lamar (o rapper preferido de Obama), Ellen DeGeneres, Stevie Wonder, Anna Wintour, Jennifer Hudson, John Legend ou Hillary Clinton - nomes avançados pelo New York Post.

 

 

 

 

 

Cabo Verde

 

Os cabeças de listas do PAICV, em São Filipe, Eugénio Veiga (para a Câmara) e Manuel da Luz (Assembleia) tiveram que depositar na conta da Câmara Municipal a quantia de 253.000$00, cada, mais 32.187$00 exigidos pelo Tribunal de Contas, para poderem se candidatar às eleições autárquicas de 4 de Setembro, para cumprir a alínea a) do artigo 420 º do Código Eleitoral, que reza que “os devedores em mora com o município são inelegíveis.” É que o Tribunal de Contas julgou improcedente o recurso interposto pelo ex-autarca de São Filipe e seus vereadores - Manuel da Luz lembra que os então eleitos Luís Pires, Ubaldo Lopes e Paula Silva que apoiam a actual candidatara independente tinham também subscrito a deliberação da obra em causa - relativo às contas de gerência do ano de 2004.  Este caso remonta ao Acórdão nº 01/ 2009 em que o Tribunal de Contas mandava a equipa camarária- Eugénio Veiga e os restantes ex-autarca - Manuel da Luz Alves, Paula Cristina Santos Silva , Ubaldo Lopes, José António Mendes, João dos Santos Gonçalves e Mónica Ester Barbosa- a repor montantes à CMSF, por pagamentos indevidos e contratos com a RESUL sem fiscalização do tribunal.  Na altura, interpuseram recurso, mas o novo documento divulgado pelo Tribunal de Contas, assinado pelos juízes conselheiros do TC, José Pedro da Costa Delgado (relator), Horácio Dias Fernandes (adjunto) e José Carlos Delgado (adjunto) vem reafirmar a decisão. 

 

 

 

Uma suposta rede de tráfico de pessoas para a União Europeia, a operar a partir de Cabo Verde, está a ser investigada por autoridades portuguesas lideradas por dois magistrados, com o auxílio da Polícia Judiciária cabo-verdiana. Um Juiz, um Procurador da República, acompanhados de inspectores da PJ portuguesa, já estiveram na ilha de Santiago, onde interrogaram e fizeram buscas domiciliárias a suspeitos residentes em Santa Catarina e na cidade da Praia, com base numa carta rogatória enviada à Procuradoria-Geral da República pelo Ministério Público luso.  Durante as buscas, vários documentos foram apreendidos - entre os quais formulários falsos de pedidos de vistos e de nacionalidade - e podem servir de prova do envolvimento dessas pessoas num alegado esquema de emissão fraudulenta de vistos de entrada em Portugal, com recurso à falsificação de documentos.  Apesar da investida da equipa de investigadores portugueses, que permaneceu cerca de uma semana na ilha de Santiago, ninguém ainda foi preso ou constituído arguido, conforme soube este semanário. Toda a operação, segundo fonte fidedigna, foi acompanhada pela Polícia Judiciária cabo-verdiana, por ordens da Procuradoria-Geral da República. Porém, a informação não foi confirmada nem desmentida por essas duas entidades.

 

 

 

Houve uma redução substancial das actividades sísmicas e os moradores de Cova de Joana na ilha Brava já regressaram à casa, conforme o Instituto Nacional de Meteorologia e Geofísica (INMG) . Segundo o geofísico Bruno Faria, desde final da tarde de segunda-feira é que começou a diminuição das actividades sísmicas e aos poucos foi-se afastando a possibilidade de uma erupção vulcânica na ilha das flores. Contudo, está no terreno uma equipa técnica da Universidade de Cabo Verde e da Protecção Civil para fazer estudos e avaliar a situação. Recorde-se que, foram registados nos últimos dois dias inúmeros abalos sísmicos de baixa magnitude, sendo dois dos quais sentidos pela população com os epicentros localizados no interior da ilha da Brava nas encostas, entre e frente das localidade de Cova Joana e Benfica.  Por questões de segurança e para evitar perdas humanas, cerca de 300 pessoas da localidade de Cova de Joana foram evacuadas para a cidade de Nova Sintra, Nossa Senhora do Monte. Uma equipa da Câmara e da Polícia Nacional trabalhou na saída das pessoas daquela localidade.